the librarian
codex
books are the natural food for thought
" The book -- the physical paper book -- is being circled by a shoal of sharks, with sales down 9 percent this year alone. It's being chewed by the e-book. It's being gored by the death of the bookshop and the library. And most importantly, the mental space it occupied is being eroded by the thousand Weapons of Mass Distraction that surround us all.
[...]
A book has a different relationship to time than a TV show or a Facebook update. It says that something was worth taking from the endless torrent of data and laying down on an object that will still look the same a hundred years from now.
[...]
That's why we need books, and why I believe they will survive. Because most humans have a desire to engage in deep thought and deep concentration. Those muscles are necessary for deep feeling and deep engagement. Most humans don't just want mental snacks forever; they also want meals.
[...]
We are the first generation to ever use the internet, and when I look at how we are reacting to it, I keep thinking of the Inuit communities I met in the Arctic, who were given alcohol and sugar for the first time a generation ago, and guzzled them so rapidly they were now sunk in obesity and alcoholism."
books: the future reloaded
[...]
Literature isn’t a 6-year-old dyslexic girl who has to be drilled on the difference between b’s and d’s and p’s and q’s. Literature isn’t weak. It’s strong. It isn’t given. It takes. It isn’t protected. It protects. And, finally, literature cannot be saved, because literature saves us. When it no longer saves us, it is no longer literature. Perhaps it was once and has lost its relevance; perhaps it never was; the distinction is one we can and should argue about, and if we don’t reach a conclusion that’s a good sign, because a book about which everyone in the culture says the same thing has lost its ability to say anything about the culture—just as a literary classic, to borrow a phrase from the beleaguered Mark Twain, “is a book that everybody talks about but which no one has read.”
From where I stand, I can see a world not so far into the future in which books are sold only by authors or small collectives through one or two or three online portals that charge a nominal fee for their service rather than gobbling up the lion’s share of revenue.
o labirinto infinito
Jorge Luis Borges
the flood
|...|
The evolution of life is a part of the evolution of the universe, which also evolves with increasing amounts of information embodied in ordered structures, galaxies and stars and planetary systems. In the living and in the nonliving world, we see a growth of order, starting from the featureless and uniform gas of the early universe and producing the magnificent diversity of weird objects that we see in the sky and in the rain forest. Everywhere around us, wherever we look, we see evidence of increasing order and increasing information.
|...|
The immense size of modern databases gives us a feeling of meaninglessness. Information in such quantities reminds us of Borges’s library extending infinitely in all directions. It is our task as humans to bring meaning back into this wasteland. As finite creatures who think and feel, we can create islands of meaning in the sea of information.
Freeman Dyson
a ficção científica pode enlouquecer-vos

ou pelo menos este livro pode. aparentemente, o autor já estava razoavelmente demente - ou para lá de ganzado - quando o regurgitou nos idos de 1976. prova # 1: o enredo. excerto aleatório:
"The lemon girl and her boyfriend turn out to be from beyond the Zone, or two jumps removed from our reality, or something. It's kind of confusing. And the Superclown turns out to have been trained since birth to fight the Time Snake, or at least that's what the lemon girl tells him. He has weird memories of his childhood, which turn out to have been images of the Time Snake planted in his mind. Or something. They tell him to go kill the Time Snake and prove he's a man. In the end, the Superclown realizes that the lemon-girl and her mean boyfriend are playing him. The Time Snake is actually nice, and is from the distant future of the human race, and just wants to make friends."
prova #2: o título. que promessa de um showdown pujante.
o mito de se poder escrever melhor sob a influência de drogas que expandam a nossa consciência por vezes obnubila o facto de que os resultados podem ser apenas total e desalmadamente desassisados. o que não os torna menos divertidos, vejamos. adorava ver a adaptação ao cinema deste.
nota - há indícios de potenciais provas residuais que apontam na direcção de este livro poder ter criado, sozinho, uma singularidade penetradora do espaço-tempo e assim ter desencadeado o dark flow. consta.
o meta-autor
o futuro do livro é a nota de rodapé

pronto, já está. os livros estão safos. podem continuar a ser impressos em papel e a contribuir alegremente para a desflorestação da amazónia. e tudo por causa da net. mais concretamente, pelo exemplo que a net está a dar no que toca aos três géneros fundamentais da cultura da humanidade: a música, a ficção científica e os comics. claro. e como, perguntais vós? de que modo, inquiris? através de que fabuloso artifício ou artefacto, perquire a vossa mente irrequieta, agora insone de excitação antecipada? ora, a resposta está no título do post, gaita. a net vai constituir o complemento natural do livro através da sua capacidade ímpar de gerar e gerir notas de rodapé. pois é. para além dos inevitáveis e-livros, que já incluirão muitas notas, comentários, adendas, glossários, índices remissivos e possibilidade de ligação remota à web, a net por si só será o grande ponto na comédia imperfeita da vida - nos livros, enfim. que bela imagem. ou não. bom, estão a ver a coisa. mas se não a estiverem a ver, podem começar por ler este artigo providencial (num site dedicado sobretudo à f-c... por acaso) e, embalados por aquelas palavras proféticas, confirmar que a tal "coisa" está justamente mais avançada nos campos da mente humana onde se semeia mais, com sementes mais díspares e não-convencionais e onde elas dão mais fruto. tratam-se igualmente de áreas do conhecimento onde a maior parte das vezes convém saber por onde se anda, com o risco de afogamento lento do cerebelo nas areias movediças dos propósitos nefastos e imperscrutáveis dos respectivos autores - veja-se stockhausen, alan moore ou neal stephenson, por exemplo. mas estes campos experimentais são apenas arautos, indicadores do caminho a seguir. se a essência da nota de rodapé é, no fundo, ser infindável e exaustiva (nalguns casos almejando mesmo substituir-se completamente à obra que parasita), o seu caldo primordial por excelência é aqui mesmo, onde me lêem. esta solução é tão natural e óbvia que parece pateta afirmar que será por aqui que os livros prosperarão e se multiplicarão. mas não é. porque nada do que eu digo é pateta.
por enquanto.
a queda do império americano
nos Estados Unidos, a tendência natural é para ser tudo em grande, ou 8 ou 8 milhões - como o avanço feito ao autor de Cold Mountain pelo seu segundo livro, que acabou por vender menos de 500 000 livros, o que lá é uma desgraça - e a indústria do livro está em pleno espasmo, como se pode aferir da leitura deste artigo. nada que não soubéssemos já, mas é sempre interessante olhar para aqueles números (e para aqueles egos, para a importância de Oprah Winfrey, por exemplo), que neste momento soam já a coisa do passado. o livro é lento, mas quem manda agora quer que passe a ser rápido - é esta contradição ou impossibilidade intrínseca que vai matar o modelo actual de negócio, e, talvez, a qualidade média de muitas obras. afinal foi o que aconteceu com o cinema de hollywood, e vejam o resultado. a procura desesperada pelo blockbuster (o termo actualmente já se aplica também a livros...) poderá matar a galinha dos ovos de ouro. porque a questão de futuro não se põe, mais uma vez, a respeito dos contentores - e o futuro já está na internet, facto confirmado pelo crescente poder da amazon - , mas a nível do conteúdo.
"(...) pretty much every aspect of the business seems to be in turmoil. There’s the floundering of the few remaining semi-independent midsize publishers; the ouster of two powerful CEOs—one who inspired editors and one who at least let them be; the desperate race to evolve into e-book producers; the dire state of Borders, the only real competitor to Barnes & Noble; the feeling that outrageous money is being wasted on mediocre books; and Amazon .com, which many publishers look upon as a power-hungry monster bent on cornering the whole business.
(...) But can they survive inside a corporate, blockbuster-bound culture? “You can’t turn a camel into an alligator,” says longtime agent and former Grove editor Ira Silverberg. “I’d rather we have several soft years when investors get out and people who care about the values in the business reinvest.”
(...) You don’t have to look further than the pages of The New York Times Book Review or the shelves of Borders to see that the market for fiction is shrinking. Even formerly reliable schlock like TV-celebrity memoirs doesn’t do so well anymore. And “the next thing,” as Publishers Weekly editor Sara Nelson notes drily, “is not bloggers writing books.”
mais uma razão para respeitar um livro
Printing a Book, Old School from Armin Vit on Vimeo.
...e, se ainda fossem feitos assim, para perceber como estaria absolutamente condenado.
o futuro já não é o que era
um post do Luis Filipe Silva levou-me a querer impingir-vos um excerto de uma coisa que eu tinha escrito para a Umbigo a propósito de um tema muito semelhante.
Aparentemente, o futuro não está na moda: já vimos o suficiente, soubemos o suficiente, previmos o suficiente, para ficarmos (suficientemente) decepcionados. Afinal, o nosso presente era suposto ser o futuro e revelou-se estar envenenado. A tecnologia confirmou-se como um meio e não um fim, simultaneamente mais e menos do que si própria, mas uma das facetas dos amanhãs afónicos que mais ajudou a escavar a fossa foi a ausência de Outros. Neste tempo todo, sempre estivemos esperançados que nos encontrassem, que afinal fôssemos uma espécie de filhos perdidos numa ilha experimental à volta de uma estrela de classe G2 e que portanto tudo tivesse desculpa. Mas não. Por enquanto, continuamos teimosamente sós. E à deriva, no presente, embrulhado num futuro com sabor a ficção anacrónica. Quererá isto dizer que a ficção-científica (f-c), como género literário, perdeu o seu sentido? O seu timing? O seu carisma? A sua posição no ranking de vendas da Amazon? Bem, pelo menos vêem-se menos livros à venda, os autores do género parecem menos mediatizados e sim, sente-se um gosto amargo a crise. De mentalidades, sobretudo. Porque nunca precisámos tanto de boas obras de f-c.
Quando as coisas estão más, não gostamos muito de ler para o futuro, imediato ou não; preferimos ler para o passado, real ou não. O futuro tende a desiludir e os bons livros raramente foram optimistas, pelo menos em termos de evolução estatística da Humanidade - os heróis solitários são outra(s) história(s). Será talvez por isso que o género da Fantasia tem tido um êxito sem precedentes: uma misturadora eficaz de elementos históricos (normalmente de raíz mítica ou medieval), românticos, de aventura pura (ver romances de capa e espada), e de magia (ou sobrenaturais, que possam alterar o fluxo da realidade), são os ingredientes adequados para um passado alternativo, para uma possibilidade de que as-coisas-poderiam-afinal-não-ser-bem-assim. Os sonâmbulos funcionais que nós somos adoram sonhar que poderiam ter sido personagens de sonho, com poderes superiores aos de um comando universal, com uma pitada de medo, transformação e maturação, como as histórias de embalar, que os conforte na esperança de que pode haver esperança até para eles, pelo menos num dos universos alternativos possíveis. Se um mau passado nos pode desculpar, um bom passado (mesmo que ficcional) pode ser uma porta para o Verão do… futuro (real). E se a f-c também alberga estes instrumentos da narrativa para criar leitores interessados, propondo Histórias alternas, passados modificados, visões utópicas, perspectivas mordazes e até finais esperançosos (além de um uso espantoso da linguagem e dos nomes), a sua postura é inerentemente contemporânea dos tempos em que é escrita, o seu presente um fundíbulo crítico para as molduras dos horizontes de eventos das suas histórias.
How to Avoid Huge Ships
o título de um livro pode ser paradoxal: tanto pode dizer tudo sobre ele, como deixar o potencial leitor perplexo pela sua ambiguidade; pode constituir um jeu de mots erudito e apenas acessível a membros de seitas linguísticas albanesas do mais alto nível, ou ser chocantemente cândido e pragmático - julgo que Population and Other Problems cabe nesta última categoria, sobretudo quando sabemos que é uma edição da China National Publications. apenas a extrema seriedade dos títulos pode ser uma fonte tão boa para a sua meta-apreciação irónica. a Bookseller criou há 30 anos um concurso notável, para "título de livro mais estranho do ano" (publicado em língua inglesa), o Diagram Prize, cuja lista completa pode ser consultada aqui. este ano resolveram celebrar o Diagram of Diagrams, uma votação pública do título mais bizarro de todos os 30 anos. o vencedor acabou por ser Greek Rural Postmen and Their Cancellation Numbers, embora eu tenha como preferidos, por exemplo, People Who Don't Know They're Dead: How They Attach Themselves to Unsuspecting Bystanders and What to Do About It, Versailles: The View From Sweden, Proceedings of the Second International Workshop on Nude Mice (o primeiro galardoado, em 1978) ou o título do título deste post. seria interessante adaptar esta estupenda iniciativa ao mercado português, dada a falta de sentido de humor que por lá grassa.
the times they are a-changin'
é por isso que, nestes tempos interessantes, se assistem a iniciativas inéditas, como sejam o departamento de literatura infantil da simon&schuster fazer um acordo com o gotham group, uma empresa de gestão, para conceber "projectos" editoriais com potencial para outros media (cinema, tv, comics) logo de início, ainda antes de serem escritos - ou seja, o livro passa a ser um mero parceiro dos outros contentores, na caça ao mercado mais global possível.
"In exchange for a percentage of the revenues, Simon & Schuster may agree to publish a book long before it is written, based on an assurance from the Gotham Group that it has Hollywood potential.Simon & Schuster will also receive money when its children’s books are turned into video games, comic books or other properties."
outra iniciativa curiosa e oh-tão-l'air du jour, parte da harpercollins e consiste numa comunidade social online para descobrir/estimular novos autores, críticos e editores, a authonomy. os membros são encorajados a criar perfis literariamente honestos e a comentar, criticar ou simplesmente revelar novos talentos em todas as áreas da edição. e os melhores, a editora publica, presumivel e eventualmente.
"The book world is kept alive by those who search out, digest and spread the word about the best new books – authonomy invites you to join our community, champion the best new writing and build a personal profile that really reflects your tastes, opinions and talent-spotting skills."
há duas coisas boas nisto: tratar um livro como contentor de conteúdo, passe a redundância, passível de ser transformado e divulgado de nóveis formas; e retirar à alçada exclusiva das editoras a mediatização de novos valores, fazendo-os simplesmente emergir à superfície da net.
há uma coisa má nisto: escrever um livro é um acto solitário, lento e doloroso e delicado, que precisa de silêncio e tempo. e tudo isto me soa a barulhento demais. mas isso sou eu.
ler ou não ler, eis a questão
está toda a gente muito preocupada com a questão da leitura - que não me parece em perigo -, mas eu gostaria de mudar ligeiramente o foco para o outro lado da página, para o lado do autor - é normal que não se queira ler textos muito longos na net por prazer, ela ainda não está configurada como ferramenta para isso por enquanto; o que já não é tão normal é não haver aparentemente nenhuma reacção por parte dos produtores de conteúdo para o aspecto de o meio ser hoje literalmente a mensagem. ou seja, a grande transformação terá de vir deles, dos autores; o conceito de "conteúdo" tem de ser alterado, adaptado às novas plataformas (mesmo na leitura hedonista); o conceito actual de "livro" também. como diz um adolescente americano que passa o tempo na net, {“The Web is more about a conversation,” he said. “Books are more one-way.”}
depois, a questão fascinante não é propriamente a da leitura, mas sim a da linguagem. estamos a assistir ao lento mas inexorável destronar da linguagem (e dos livros stricto sensu) como forma suprema de lidar e interagir com a realidade. o que até agora operava em quase exclusivo através da Arte - o deixar o subconsciente absorver e lidar com o fluxo do real sem interferência de processos racionais, por exemplo - está a decantar-se para o grande meio de comunicação universal e assim a permear a consciência global - o mundo está a deixar de ser uma construcão mental para ser acedido directamente através do som e da imagem. citação de apoio: {Some literacy experts say that reading itself should be redefined. Interpreting videos or pictures, they say, may be as important a skill as analyzing a novel or a poem.“Kids are using sound and images so they have a world of ideas to put together that aren’t necessarily language oriented,” said Donna E. Alvermann, a professor of language and literacy education at the University of Georgia. “Books aren’t out of the picture, but they’re only one way of experiencing information in the world today.”} a estupefacção desta ideia tão simples e óbvia é apenas uma reacção à longa herança histórica das sucessivas políticas de educação societárias da Humanidade, que foram impondo um sistema de castas intelectuais com efectivo poder secular (já há muito tempo que informação é poder) ao abstractizar a relação entre o homem e o seu ambiente. a culpa não é da filosofia, mas da política, a chamada mais nobre das ciências humanas. sem querer (ou poder) ir mais fundo, direi apenas que vivemos tempos fascinantes de mudança e que as novas gerações já estão a ser equipadas para lidar com a(s) sua(s) realidade(s), não necessariamente através da internet, mas através do que a internet já possibilitou, já desencadeou nos seus processos mentais. a internet é/foi/será a emancipadora das cabeças dos miúdos e miúdas que vão gerir esta coisa. só por isso já valeu a pena.
mensagens relacionadas com este tema aqui, aqui e aqui, para quem se quiser dar ao trabalho ingrato.
era uma vez no hiperespaço...
é por causa destas e doutras que adoro sites de estimulação lúdico-compulsiva como o io9: a capacidade de fazer coisas que eu teria gostado de fazer, até eventualmente tive a ideia de fazer um dia, mas que nunca, nunca acabaria por fazer, obviamente - o meu software pré-instalado jamais o permitiria. a ideia de seleccionar algumas das melhores frases de abertura de livros de ficção-científica é tão boa como pão branco espesso acabado de sair do forno barrado com manteiga fresca que desliza um bocadinho com o calor, o aroma a fundir-se com o gosto ligeiramente salgado, enquanto nos espreguiçamos à mesa de madeira sólida que domina o pequeno pátio de pedra que dá para o mar aflitivamente azul, nos primeiros momentos de pleno sol que ilumina através da janela aberta os lençóis de desalinho entre o seu corpo ainda calçado adormecido.
ou quase tão boa.
anyway, estas são as sereias que nos engodam e hipnotizam - ou não (às vezes traem-nos miseravelmente, pois todos os valores de produção foram gastos nestas prima donas e o restante elenco foi contratado em partes de trás de caixas de cereais ou, pior ainda, em drafts recusados de discursos de autarcas). uma primeira frase só tem uma hipótese, uma vez, uma deixa, uma chance, uma tentativa. se falhar a sua missão, pode estar a pôr em perigo de indiferença letal as suas milhares de irmãs lá dentro, no escuro das páginas por virar, todas e cada uma à espera do seu momento ao sol (ou candeeiro, ou vela, ou lanterna, ou led). imagina-se o stress. mas quando têm sucesso... são uma verdadeira areia movediça hormonal, um maelstrom sensorial que nos arrasta inexoravelmente para as paisagens da mente do injusto escriba (injusto porque tanto talento logo ao princípio não nos dá grande hipótese de fuga e lembra-nos porque é que estamos deste lado do livro). o desafio é ainda mais vasto por se situar no planalto intelectual e linguisticamente depurado da f-c, conhecido pela sua exigência - e incapacidade de atrair humanas não estimuladas lúdico-compulsivamente. exemplos:
"The sky above the port was the color of television, tuned to a dead channel."
"He woke, and remembered dying."
"Billy Pilgrim was unstuck in time."
"'I've watched through his eyes, I've listened through his ears, and I tell you he's the one.'"
deixo-vos a invejável tarefa de descobrirem a quem pertencem (porque sei que lido com ignaros) quando lerem o artigo e respectivos comentários. que vos faça ler também o raio dos livros.























