preferia que se chamasse a casa do pedro.
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provavelmente, eu não conseguiria
vale a pena chegar ao 6º minuto.
isto para mim é pior que o blair witch. três perguntinhas apenas:
- como é que se consegue estar a filmar o tempo todo?
- como é que se terá construído esta coisa do demo?
- e se se levanta uma ventania??
isto para mim é pior que o blair witch. três perguntinhas apenas:
- como é que se consegue estar a filmar o tempo todo?
- como é que se terá construído esta coisa do demo?
- e se se levanta uma ventania??
abrigo seguro

um duplo cheeseburger para quem adivinhar como é que é por fora. vá, toca a puxar pla imaginadura.
não?
pronto, cliquem lá, então.
também ideal para:
* quarto de castigo ("se não te portas bem, dormes lá fora hoje")
* pacifistas com crises existenciais sérias
* fãs do big badaboom (e do dr. estranhoamor)
* engatar miúdas ("é, tipo, um símbolo da minha potência, baby - topas?")
debaixo da terra



as coisas subterrâneas sempre me fascinaram - e não, desta vez não estou a falar de sexo -, muitas vezes pelo horror adivinhado de uma sensação paralizante de claustrofobia - arrepiavam-me as cenas de espeleologia aventurosa, quando alguém (com certeza para fugir a aranhas mutantes gigantes cegas mas com sonares estupendos) tinha de mergulhar através de um túnel aquático sob um bilião de toneladas de pedra sem saber qual o seu comprimento ou sequer se teria fim. brrr.
agora, imaginem: uma cidade inteira debaixo do chão. casas, ruas/corredores, pontes, com capacidade para 10 000 almas. sem céu. sempre com a mesma luz. ela existe e já é velhinha, chama-se derinkuyu, é na turquia, foi construída para fugir a invasões demasiado rotineiras, tem pelo menos 20 níveis e por mais que adorasse lá ir filmar a minha obra-prima de terror infra-espacial, nunca lá hei-de pôr os pés.
já sei onde rodar a minha curta
nada como um laboratório russo para exploração das propriedades dos neutrinos enterrado a 330 metros de profundidade numa montanha e com mais de 3 quilómetros e meio de comprimento para satisfazer o meu fetiche por longos corredores vazios e salas abandonadas com engenhos bizarros e vagamente ameaçadores lá dentro. há muito tempo que andava à procura de um sítio assim para realizar a minha história de amor de fantasmas quânticos. agora é só descobrir onde isto é, porque me esqueci de mencionar que é suposto ser secreto.
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