Science is the sum total of a great multitude of mysteries. It is an unending argument between a great multitude of voices. It resembles Wikipedia much more than it resembles the Encyclopaedia Britannica.
|...|
The evolution of life is a part of the evolution of the universe, which also evolves with increasing amounts of information embodied in ordered structures, galaxies and stars and planetary systems. In the living and in the nonliving world, we see a growth of order, starting from the featureless and uniform gas of the early universe and producing the magnificent diversity of weird objects that we see in the sky and in the rain forest. Everywhere around us, wherever we look, we see evidence of increasing order and increasing information.
|...|
The immense size of modern databases gives us a feeling of meaninglessness. Information in such quantities reminds us of Borges’s library extending infinitely in all directions. It is our task as humans to bring meaning back into this wasteland. As finite creatures who think and feel, we can create islands of meaning in the sea of information.
Freeman Dyson
Mostrar mensagens com a etiqueta ciência. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ciência. Mostrar todas as mensagens
ataque das alforrecas imortais
claramente, as alforrecas sabem muito mais do que o brad pitt. é um facto científico: as turritopsis nutricula estão a invadir os oceanos, são oficialmente imortais e provavelmente os animais mais inteligentes do mundo. senão, vejamos: depois de atingirem a maturidade sexual (um período complicado para as alforrecas, logo a seguir à idade do armário), quando coisam, revertem para uma forma juvenil (mais pequenina do que os 5 mm que normalmente têm, pelo que vão demorar um bocado a encher os mares). ou seja, rejuvenescem. que é o que acontece a todos os machos depois de coisarem, mas com uma pequena diferença: passa-se tudo na cabeça deles. aqui, não. as alforrecas herdarão o mundo. desde que coisem. portanto, fixem:
alforrecas + sexo = imortalidade
um buraco negro para mim é chinês
o reputado e alemão Instituto Max Planck foi notícia recentemente em duas ocasiões com aromas muito distintos:
"Science journal mistakenly uses flyer for Macau brothel to illustrate report on China"
e
"There is a giant black hole at the centre of our galaxy, a 16-year study by German astronomers has confirmed."
ambas as notícias são perturbadoras, quiçá por razões diferentes. mas o que poderia de facto atarantar-nos era se o cientista responsável pela descoberta galáctica fosse na realidade de origem chinesa. ha!
nota de rodapé - eu já sabia do buraco negro mas não disse nada. se combinarmos esta descoberta com a do dark flow e com o estado da oposição em portugal, percebemos como o apocalipse está de facto iminente. winter is indeed coming.
"Science journal mistakenly uses flyer for Macau brothel to illustrate report on China"
e
"There is a giant black hole at the centre of our galaxy, a 16-year study by German astronomers has confirmed."
ambas as notícias são perturbadoras, quiçá por razões diferentes. mas o que poderia de facto atarantar-nos era se o cientista responsável pela descoberta galáctica fosse na realidade de origem chinesa. ha!
nota de rodapé - eu já sabia do buraco negro mas não disse nada. se combinarmos esta descoberta com a do dark flow e com o estado da oposição em portugal, percebemos como o apocalipse está de facto iminente. winter is indeed coming.
big numbers
ultimamente, temos visto alguns números mesmo grandes invadir o nosso quotidiano, pouco habituado a lidar com tantos zeros à direita. tratou-se mesmo de uma espécie de chuva de meteoritos abstractos, já que a coisa começou no espaço e se veio espalhar no meio da nossa doméstica noção de escala. de memória, primeiro foi o nada, o Grande Vazio: uma zona no espaço que contém absolutamente zero, nem matéria normal, nem anti-matéria, não há lá nicles, patavina, peva, nem com o google a gente se orienta naquele nenhures; e mede um bilião de anos-luz de um lado ao outro. grandito, portanto. depois, claro, foi a máquina do fim do mundo, o Grande Desatomizador Suíço, mais conhecido como LHC, que nos trouxe números impressionantes: o do femtossegundo, por exemplo, que corresponde a um milionésimo de um bilionésimo de segundo (tempo médio de uma cópula bem sucedida entre um bosão e uma antipartícula; tempo que demorou durão barroso a ponderar aceitar o emprego em bruxelas), mas também a velocidade a que atira os coitados dos protões uns contra os outros - 99.99% da velocidade da luz - gerando um calor 100 000 vezes superior ao do núcleo do sol, e a própria dimensão da coisa - com 27 quilómetros de diâmetro, é a maior máquina do mundo. da ciência, saltámos para aqui, para a net, onde ficámos a saber que já existe (pelo menos) 1 trilião de rivais deste blob, o que, convenhamos, torna a questão da concorrência algo mais metafísico (fazendo bem as contas, é mais do que um site por habitante da Terra). finalmente, a economia, a ciência dos números com que realmente fazemos contas, acabou por nos trair e lançar-nos sem cerimónia na arena do impressionismo abstracto: das notas de 100 biliões de dólares do Zimbabwe (com a sua inflaçãozinha de 2,2 milhões percentuais por ano e único país do mundo onde um computador pode custar 1,2 quadriliões de dólares zimbabwenses), passando pelos já mui comentados 700 biliões de dólares (americanos, estes) para tentar salvar uma situação criada por senhores que não deixaram de ganhar os seus 480 milhões de dólares nos últimos oito anos, apesar de deixarem afundar a sua empresa, até um dos números mais difíceis de imaginar de todos (e não estamos a falar de partículas subatómicas no universo): os mais de 10 triliões de dólares da dívida pública americana (ao ponto do "relógio da dívida" existente em Nova Iorque para a ir acompanhando ter ficado sem dígitos suficientes para acomodar o novo número). são números grandes. tanto, aliás, que se tornam em entidades abstractas, descorporalizadas, aparentemente distantes de nós. no fundo, parece que apenas desse modo eles podem sequer existir. mas a distância real a que eles estão deve equacionar-se com este número final, aquele que se torna menos abstracto cada dia que passa. e que nos vai tornando abstractos a nós. klaatu barada nikto.
primeiro rir e depois pensar
uma das características mais problemáticas que a ciência pode ter, tal como este blob, é o ser tão séria. esta aparência decorre do preceito erróneo de que, para tratar de coisas sérias é preciso ser sério (formulado certamente por quem nunca conheceu um cientista). ora a seriedade não é mais do que a capacidade de se ser sincero visto de todos os ângulos - posição que sugere vulnerabilidade e portanto necessita de uma pitada de dignidade, ou seja, uma série de atributos similares a um questionário de admissão num clube privado, sem os quais não se entra. assim se crê defender a seriedade da coisa. sendo a coisa normalmente a resposta última aos segredos do universo, da vida e de tudo em geral, pode perguntar-se de que é que ela precisa de ser defendida: ora, do riso, evidentemente. e porquê? porque a maior parte das vezes a ciência não está tão segura de si mesma como faz parecer e sofre uma ligeira crise de identidade pública. mas se, por um lado, o riso é absolutamente sério (se sincero) e portanto faz inerentemente parte do seu campo de estudo, por outro, a ciência, como egoísta que é, está habituada a evoluir e a sobreviver, pelo que aprendeu há muito tempo a absorver o sentido de humor, digeri-lo, mutá-lo e regurgitá-lo para seu próprio benefício. é exactamente isso que faz a organização Improbable Research, cujo lema é "research that makes people laugh and then think". um grupo de cientistas e colaboradores bem dispostos que apostam na divulgação científica e no desenvolvimento do espírito crítico, são eles que atribuem anualmente os famosos prémios IgNobel, cuja edição de 2008 acabou de ter lugar, em Harvard. foram outorgados prémios em dez diferentes áreas do conhecimento, tais como
- Economia: estudo sobre o efeito que o ciclo menstrual das dançarinas exóticas exerce sobre a quantidade de gorjetas que recebem;
- Biologia: estudo que prova que as pulgas num cão saltam mais alto do que as pulgas num gato;
- Química: o estudo que prova que a coca-cola é um espermicida eficaz e o estudo que demonstra que a coca-cola não é um espermicida eficaz;
- Paz: prémio à suíça (pré-LHC) por ter dado força legal ao princípio de que as plantas possuem dignidade.
mas vale a pena ver a lista completa, incluindo as listas dos outros anos. os cientistas são pessoas mais sérias do que suspeitávamos.
os amanhãs já cá cantam
e pronto, já está. a águia aterrou, a vitória foi difícil, mas é nossa. a "conspiração de Higgs" foi um sucesso.
mudámos de universo e ninguém deu por isso.
não aconteceu logo nas primeiras horas, claro, era muito óbvio, toda a gente estava a ver. foi, aliás, há cerca de 7 segundos atrás - uma eternidade, se considerarmos que tudo aconteceu num trilionésimo de segundo - durante uma pausa para acertar o relógio de cuco. por ordem, então: aparecimento súbito de um micro-buraco negro, desaparecimento da Suíça, leve estremecimento subconsciente do sobrolho de 147 mil bilionários duvidosos, inversão da polaridade da Terra, relato integral do programa ideológico dos partidos portugueses, desaparecimento da Terra, alteração da órbita da Lua um metro para a esquerda, desaparecimento do buraco negro, reaparecimento do buraco negro no Universo Estranho (Strange Universe), regurgitação do planeta Terra (infelizmente com a Suíça intacta), colocação no youtube de um vídeo a registar tudo, descoberta imediatamente abafada de que o bosão é o elemento basilar do universo e o ingrediente secreto da coca-cola, redescoberta, sucesso e esquecimento da música sacra medieval da Quirguízia, anúncio da eleição iminente do primeiro negro como presidente dos EUA, anúncio de que portugal será a primeira vítima do levantamento do nível do mar quando se derreter mais um metro cúbico da antárctida, discussão alargada sobre o filme Cegueira, início da segunda parte deste post.
dado que é necessário que alguma coisa mude, para que tudo fique na mesma, tenho ainda a anunciar, para os noobs, que, neste universo, toda a matéria é agora estranha (ainda mais estranha, portanto), que o novo paradigma económico se baseia no neuro (unidade psico-económica calculada em função do número de neurónios de uma unidade política, individual ou colectiva, de que a China e a Índia são os maiores beneficiários, e que serve para se trocar por bens essenciais - pão, água, ipods, sal, aço, medicamentos contra a disfunção eréctil, HBO, gás natural, clones da monica bellucci com 20 anos) e que o sistema político único é uma ditadura marxista inflexível. seguem-se alguns excertos da postura política dos nossos novos líderes máximos, para vossa educação. bebam cada palavra, imitem cada gesto. afinal, a vossa (nova) vida depende disso. welcome to the monkey house.
mudámos de universo e ninguém deu por isso.
não aconteceu logo nas primeiras horas, claro, era muito óbvio, toda a gente estava a ver. foi, aliás, há cerca de 7 segundos atrás - uma eternidade, se considerarmos que tudo aconteceu num trilionésimo de segundo - durante uma pausa para acertar o relógio de cuco. por ordem, então: aparecimento súbito de um micro-buraco negro, desaparecimento da Suíça, leve estremecimento subconsciente do sobrolho de 147 mil bilionários duvidosos, inversão da polaridade da Terra, relato integral do programa ideológico dos partidos portugueses, desaparecimento da Terra, alteração da órbita da Lua um metro para a esquerda, desaparecimento do buraco negro, reaparecimento do buraco negro no Universo Estranho (Strange Universe), regurgitação do planeta Terra (infelizmente com a Suíça intacta), colocação no youtube de um vídeo a registar tudo, descoberta imediatamente abafada de que o bosão é o elemento basilar do universo e o ingrediente secreto da coca-cola, redescoberta, sucesso e esquecimento da música sacra medieval da Quirguízia, anúncio da eleição iminente do primeiro negro como presidente dos EUA, anúncio de que portugal será a primeira vítima do levantamento do nível do mar quando se derreter mais um metro cúbico da antárctida, discussão alargada sobre o filme Cegueira, início da segunda parte deste post.
dado que é necessário que alguma coisa mude, para que tudo fique na mesma, tenho ainda a anunciar, para os noobs, que, neste universo, toda a matéria é agora estranha (ainda mais estranha, portanto), que o novo paradigma económico se baseia no neuro (unidade psico-económica calculada em função do número de neurónios de uma unidade política, individual ou colectiva, de que a China e a Índia são os maiores beneficiários, e que serve para se trocar por bens essenciais - pão, água, ipods, sal, aço, medicamentos contra a disfunção eréctil, HBO, gás natural, clones da monica bellucci com 20 anos) e que o sistema político único é uma ditadura marxista inflexível. seguem-se alguns excertos da postura política dos nossos novos líderes máximos, para vossa educação. bebam cada palavra, imitem cada gesto. afinal, a vossa (nova) vida depende disso. welcome to the monkey house.
o mundo acaba hoje
olá, bom dia e adeus para sempre.
a conspiração resultou plenamente e estamos satisfeitos. com o mundo inteiro distraído com miudezas como os jogos olímpicos, as eleições ianques, as descargas na ribeira dos milagres ou as ameaças de mísseis russos, pudemos preparar discretamente o nosso dispositivozinho-de-fim-do-mundo, a que chamamos carinhosamente Grande Colisionador de Hadrões (LHC, em inglês). é muito simples: a pretexto de fazer umas experiências para o CERN sobre como era o ambiente geral logo no primeiro femtosegundo a seguir ao Big Bang, construindo para o efeito o maior acelerador de partículas jamais concebido (tem 27 mil metros, a maior máquina do mundo - ou o maior frigorífico, com mais de 10 000 toneladas de nitrogénio líquido para arrefecer os 9300 ímans) simplesmente para atirar uns protões contra os outros (a 99.99% da velocidade da luz, gerando um calorzito 100 000 vezes maior que o núcleo do Sol) e ver o que é que dá, iremos na realidade criar um mini-buraco negro que engolirá a Terra instantaneamente (ou, no caso hipotético disso falhar, criar strangelets, ou bocados de matéria estranha que transformam tudo o que tocam em mais matéria estranha! - talvez isso já tenha acontecido, pensando bem...). ahahahahahahahah! a vingança é nossa! a nós o vazio! vemo-nos do outro lado! se houver outro lado! ahahahahahahah.
o quê? não acreditam? ousam duvidar do nosso propósito arqui-divino?? atão façam o favor de clicar aqui para se inteirarem devidamente do tamanho da coisa. e se não ficaram convencidos e pensaram que tinha sido tudo feito em papelão só para vos enganar, então aqui estão 1500 páginas de instruções sobre como operar o LHC. é favor levarem-nos a sério, gaita. o dr. Otto Rössler, da universidade de tübingen, leva-nos. tal como muitas outras pessoas claramente iluminadas, pelos vistos. e por favor, por favor, não liguem a isto, ok? a coisa é certa. é hoje que isto acaba e é na suíça. acham que os suíços têm sentido de humor? tchau e obrigado pelo peixe todo.
knojo
já se sabia que ler dá bastante jeito (é, tipo, como uma casa). podem-se ler as legendas dum filme estrangeiro legendado em português, dá para ver a data de validade dum preservativo, serve para se empurrar uma porta em vez de puxar (embora às vezes tanto faça), podem ler-se os direitos a um mau, ajuda a perceber o enredo do Tio Patinhas, poupa ter que comprar um jornal desportivo (lê-se as parangonas, pois claro), é bom quando se recebe um recado escrito, ajuda quando se vai de viagem nas placas indicativas ("outras direcções" dá sempre jeito), evitam-se complicações nos acordos prenupciais, enfim, é um ror de utilidades e maravilhas. agora descobriram que até é igual (ou melhor) a ver uma cena que mete nojo na televisão (ou no cinema, ou na interneta). explicando: os cientistas dos países baixos fizeram umas experiências que mostram que mostrar umas cenas nojentas - tipo provar uma coisa que sabe mal - e ler e imaginar outras cenas nojentas - tipo ir de encontro a um bêbado que nos vomita na boca - provoca o mesmo tipo de actividade no cérebro, e logo na insula anterior. hã? ess'agora. afinal ler tem muito que se lhe diga, não é só aquela cena ultra-arcana que se usava para torturar criancinhas na escola. plos vistos, ainda dá jeito. é pena é ser só para cenas nojentas e não daquelas-que-a-gente-sabe, porque tenho a casa repleta de livros e a televisão avariada. mas tenho fé na ciência. e no cérebro.
so long, and thankz for all the fish
nestes tempos interessantes em que vivemos (na acepção da antiga maldição chinesa), vale a pena virar a nossa atenção para os great outdoors e ficarmos um pouco mais cientes de que somos apenas uma partícula no espaço. por exemplo, fiquei a saber que se podem ter descoberto indícios que houve um tempo antes do Big Bang e que este universo pode ter sido gerado por outro. ou seja, que esta coisa de universos pode ser uma espécie de máquina auto-replicadora, o que simultaneamente confirmaria a teoria da "seta do tempo" (porque é que ele se mexe numa única direcção) e a ideia de que o tempo nunca terá termo. aqui podem ler as fascinantes descobertas dos cientistas e aqui as reflexões que elas sugerem ao warren, o eterno optimista.
uma outra noticiazinha é ligeiramente mais preocupante. parece que o campo magnético terrestre tem vindo a perder intensidade e que, para além de reverter a polaridade da Terra súbita e inexplicavelmente de tempos a tempos, deixando-nos indefesos no período em que se processa a reversão, ele é a nossa única protecção contra uma saraivada constante de partículas solares que, por aí à solta, nos incomodariam certamente mais do que apenas estragar os telemóveis. aparentemente, temos 500 anos até o campo desaparecer.
portanto, meninos e meninas, é aproveitar enquanto há. pode ser que venha a haver para sempre, mas já não será para nós (humanos). relativizemos as coisas, dado que somos uma média estatística. aprendamos com a aleatoriedade porque, se calhar, não há aleatoriedade.
"Zombie caterpillars controlled by voodoo wasps"
um dos melhores títulos de sempre?
mas é tudo verdade. o NewScientist publicou um artigo sobre larvas de vespas parasitóides que infectam lagartas inocentes e as controlam de modo a protegê-las enquanto esperam tornar-se vespas adultas - altura em que as lagartas sucumbem. prático e delicioso, não é? faz lembrar um sistema político. ou certas relações.
se querem saber mesmo tudo, envolvendo coisas com expressões como casulos, hospedeiros e fluidos corporais - além de um vídeo! -, não hesitem! uma gota de ciência por dia faz bem à azia. acho.
(via warren ellis. sempre ele)
mas é tudo verdade. o NewScientist publicou um artigo sobre larvas de vespas parasitóides que infectam lagartas inocentes e as controlam de modo a protegê-las enquanto esperam tornar-se vespas adultas - altura em que as lagartas sucumbem. prático e delicioso, não é? faz lembrar um sistema político. ou certas relações.
se querem saber mesmo tudo, envolvendo coisas com expressões como casulos, hospedeiros e fluidos corporais - além de um vídeo! -, não hesitem! uma gota de ciência por dia faz bem à azia. acho.
(via warren ellis. sempre ele)
Subscrever:
Mensagens (Atom)