ao desconstruir os mecanismos de promoção de livros na televisão (abaixo) e na net (aqui, por exemplo) com a cumplicidade dos (melhores) profissionais nas respectivas áreas, john hodgman consegue uma pirueta difícil de executar: a meta-ficção a usar a meta-comédia como processo de transformação do autor na mensagem. não perceberam? leiam o livro.
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it's better than bad: it's good!
por razões de coerência editorial e após intenso debate da integralidade da redacção, foi decidido por maioria simples que era indispensável ao bem da nação nesta altura do campeonato relembrar aquela que foi por poucos considerada a maior série de têvê jamais passada na televisão. medimos as nossas palavras ao lhe atribuirmos o epíteto de "única". uma série que redefiniu géneros (sobretudo animais) e marcou a geração que via bonecos animados ao domingo de manhã no segundo canal para o resto dos seus dias, para gáudio e fortuna dos respectivos terapeutas. uma série que era mais do que uma série, era duas. desafiando rótulos, a sua melhor definição era "algo". algo de dimensão gósmica. algo que quando se vê nunca mais despega da retina da nossa memória individual e colectiva, por mais que usemos retro-despegador psico-retinal. algo que quando se ouve nos provoca terna saudade das otites pré-escolares. algo que quando se cheira, cheira mesmo mal. algo, enfim, que transcende o meio e a mensagem e nos alcandora ao nirvana da consciência universal absoluta, fazendo-nos repensar quem estamos, onde somos e porque raio não editam aquilo na versão portuguesa (nnho melhor ainda que a original).
falamos, naturalmente, de ren & stimpy.
aqui fica um pequeno lembrete sob a forma de dois maravilhosos anúncios e a imortal melodia da felicidade.
que fixe.
falamos, naturalmente, de ren & stimpy.
aqui fica um pequeno lembrete sob a forma de dois maravilhosos anúncios e a imortal melodia da felicidade.
que fixe.
a entrevista tal como ela é
nota para futuros entrevistadores de televisão: aprendam com o senhor Mike Wallace, que nos anos 50 (1950) fez perguntas a sério (e obteve respostas sérias) na tv americana a pessoas como Frank Lloyd Wright, Henry Kissinger, Lili St. Cyr (a stripper mais famosa da américa da altura), Salvador Dali, Aldous Huxley ou Jean Seberg, entre muitos outros. reparem como os cigarros fazem parte integrante da conversa.
"Mike Wallace rose to prominence in 1956 with the New York City television interview program, Night-Beat, which soon developed into the nationally televised prime-time program, The Mike Wallace Interview. Well prepared with extensive research, Wallace asked probing questions of guests framed in tight close-ups. The result was a series of compelling and revealing interviews with some of the most interesting and important people of the day." (...) o resto aqui.
south park. todo. online.
trey parker e matt stone criaram south park. agora, acabam de nos dar todos os episódios - incluindo os actuais - de graça. um duplo cheeseburger para estes senhores. distanciando-se do omnipresente youtube (até agora a fonte mais comum para visionamentos de excertos, tornada incómoda pelo facto da viacom, a empresa-mãe da comedy central, que produz a série, a estar a processar), a dupla reforça a sua ideia de disseminar south park com vista à dominação mundial. e que melhor maneira do que dá-la de borla (que é como quem diz, grátis)? por enquanto os episódios não têm publicidade, mas consta que será sol de pouca dura. portanto, vão. até podem criar o vosso próprio avatar à la s.p.
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